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A inovação radical consiste na pesquisa e no desenvolvimento de novos ativos, sejam eles sintéticos, fitomedicamentos, biológicos, nutracêuticos ou dermocosméticos. Essa linha de pesquisa, exige alto custo de investimento e longo período de pesquisa.

A companhia dedica-se a pesquisas de inovação radical há mais de 10 anos, quando optou, inicialmente, pelos fitomedicamentos e, atualmente, permanece reforçando a importância do assunto tratando-o como um dos pilares de seu Planejamento Estratégico.

Todas as nossas ações convergem para o objetivo do Aché de ser líder em inovação entre as farmacêuticas nacionais, conquistando também um alcance global.

Criado para desenvolver soluções terapêuticas inovadoras para necessidades médicas não atendidas e para apoiar os processos estabelecidos de renovação e manutenção de registros de medicamentos, o Laboratório de Design e Síntese Molecular (LDSM) foi ampliado na planta Guarulhos em 2019. Nesse laboratório já foram desenhadas 1.500 moléculas, sendo 500 delas sintetizadas internamente e outras 1.000 em parceiros externos, para os diferentes projetos da Companhia, contribuindo para o avanço inventivo e para a produção científica de relevância mundial da indústria farmacêutica brasileira. A expansão do laboratório reafirma o compromisso do Aché com a inovação, além do pleno atendimento às demandas regulatórias para defesa de nosso portfólio e pipeline.Criado para desenvolver soluções terapêuticas inovadoras para necessidades médicas não atendidas e para apoiar os processos estabelecidos de renovação e manutenção de registros de medicamentos, o Laboratório de Design e Síntese Molecular (LDSM) foi ampliado na planta Guarulhos em 2019. Nesse laboratório já foram desenhadas 1.500 moléculas, sendo 500 delas sintetizadas internamente e outras 1.000 em parceiros externos, para os diferentes projetos da Companhia, contribuindo para o avanço inventivo e para a produção científica de relevância mundial da indústria farmacêutica brasileira. A expansão do laboratório reafirma o compromisso do Aché com a inovação, além do pleno atendimento às demandas regulatórias para defesa de nosso portfólio e pipeline.

A inauguração desse laboratório possibilitou ao Aché, em 2016, entrar no Structural Genomics Consortium (SGC), uma parceria internacional entre universidades, governos e indústrias farmacêuticas para acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos. O primeiro resultado é a parceria entre o Aché, outra farmacêutica nacional e a Unicamp para a viabilização de programa inédito de pesquisa visando o desenvolvimento de novos medicamentos oncológicos e anti-infecciosos. Pela primeira vez no Brasil, as pesquisas serão baseadas no modelo de inovação aberta, ou seja, todo o conhecimento gerado (até a fase de validação do potencial terapêutico dos alvos biológicos) será de domínio público.

Em dezembro de 2017, foi criado o Programa de Prospecção da Biodiversidade Brasileira, viabilizado graças à parceria entre o Aché, o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) e a Phytobios, empresa que conduz expedições a diferentes biomas para a coleta de amostras e atua no desenvolvimento de protótipos. O LNBio integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Dentro da companhia, a inovação é essencial e está presente não só em produtos e serviços, mas em sua forma mais ampla, passando por nossos processos, chegando até o dia a dia de cada colaborador. 

 

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